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Polícia Federal deflagra operação de combate fraudes em Caldas Novas


A Polícia Federal deflagrou a Operação Stellio Natus, com o objetivo de desarticular organização criminosa especializada em fraudes no seguro desemprego, consistente em saques ilegais de benefícios de trabalhadores. Cerca de 70 policiais federais cumprem 16 mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Federal da Subseção Judiciária de Anápolis-GO, sendo oito mandados de prisão preventiva, dois mandados de condução coercitiva e seis mandados de busca e apreensão. Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Anápolis e Caldas Novas em Goiás, Nova Lima/MG, São Félix do Araguaia/MT e Redenção/PA. As investigações apontam que os crimes eram cometidos em diversas unidades do país e contavam com a colaboração de prepostos do Ministério do Trabalho e agente púbicos cooptados pelo grupo criminoso para alterarem os endereços dos verdadeiros beneficiários, a fim de desviar cartões. Assim, os integrantes da quadrilha usavam o documento para sacar o dinheiro das vítimas em agências lotéricas. Há também a participação de uma policial civil do Mato Grosso, esposa do principal investigado. Estima-se que a quadrilha desviou mais de R$ 3 milhões em benefícios. Os investigados responderão pelo crime de estelionato qualificado, com previsão de pena máxima de cinco anos, aumentada de 1/3 por ter sido cometido em detrimento de instituto de assistência social. Os detidos serão encaminhados para Anápolis. Em nota, o Ministério do Trabalho informou que a operação foi realizada a pedido da própria pasta e que não há nenhum servidor envolvido nas fraudes. Confira a nota na íntegra:A ação da Polícia Federal deflagrada nesta quarta-feira (19) contra fraudes no seguro-desemprego no estado de Goiás foi desencadeada a pedido do Ministério do Trabalho, para coibir desvios de recursos públicos. O Ministério esclarece que não há servidores da pasta envolvidos com as fraudes, mas sim funcionários terceirizados do Sistema Nacional de Emprego (Sine). A operação é a primeira na esfera criminal desde que o ministério implantou um sistema antifraude em dezembro passado, que identifica a emissão fraudulenta e pagamentos indevidos do benefício. O sistema já bloqueou mais de R$ 123 milhões em benefícios fraudados por grupos criminosos em todo o país. O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse que as operações vão continuar para que o dinheiro público seja preservado e destinado aos trabalhadores que perderam seus empregos. “Teremos mais ações para combater esse crime que afeta toda a sociedade”, afirmou.



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